Organizando o Open House, parte 2: Como recepcionar os convidados e Decoração

Oi pessoal!

Hoje eu darei continuidade ao meu post anterior sobre a festa de OPEN HOUSE. Enquanto na primeira parte eu falei da lista de convidados, dos convites e de sugestões para o cardápio, agora eu vou ser um pouco mais específico e focar em como recebi os meus convidados,  na decoração, organização e disposição dos móveis.

Bem, primeira coisa que precisamos manter em mente: Sua casa é a estrela principal. Assim, não vá “fantasiá-la” demais!!! Vale, sim, realçar a beleza de alguns ambientes, fazendo uso de velas, flores e bolas, claro, mas sem exageros. Ninguém vai querer ‘esconder’ a própria casa no Open House!

Eu queria que meus convidados, logo ao chegar, entrassem no clima da comemoração, então vejam a porta de entrada do apê:

Fui numa loja de festas e comprei essas letrinhas de borracha. Assim ninguém se perde no corredor, e já dá aquele ar festivo! Só vou dizer que no final, teve gente até tirando foto junto com as letrinhas (depois de umas caipirinhas, já viu né rsrs).

A sala de jantar foi reformulada: Ao invés da mesa de jantar se encontrar no centro, ela foi levada para o canto, junto ao papel de parede, abrindo precioso espaço para circulação quando se entra no apartamento.

Duas das cadeiras da mesa de jantar foram dispostas junto à ela, mas voltadas para a sala de estar, de forma que todos pudessem interagir. As outras duas cadeiras foram levadas para a varanda. Vamos falar sobre elas mais à diante.

Vocês podem notar também que, embaixo da mesa de jantar, foram colocadas algumas bolas de festa. Elas estilizam o ambiente, mas não chamam muita atenção. As bolas, de cor metálica, foram escolhidas para dar o clima festivo sem destoar do principal, que é a decoração do apartamento em si.

Lembram que disse, no post anterior, que a maioria das comidas servidas devem ser finger food (ou seja, os próprios convidados se servem, e podem pegar um guardanapo para o fazer, sem necessidade de pratos)? Pois bem, fazendo dessa forma, a mesa de jantar assume a função de mesa buffet:

Todas as comidinhas ficam lá dispostas (só estão faltando aí a sopa, que servi no fim, e a sobremesa) e assim você tem mais tempo de interagir com todos os seus convidados.

Agora, uma visão geral do apartamento, pegando a sala de estar e de jantar:

Notem que os móveis foram dispostos de forma que todos possam interagir. Temos dois lugares na área de jantar, as duas banquetas que fazem a separação da área da cozinha e os 4 lugares do sofá, totalizando 8 lugares nessa área.

E, claro, dispondo os móveis dessa forma, podem perceber que o centro da sala está totalmente livre para o trânsito das pessoas, dando uma clara sensação de espaço, que não seria o caso se a mesa estivesse disposta como fica no dia-a-dia.

Quanto ao banheiro, que não está pronto, o que fiz foi colocar esse quadro na parede, onde ficará o espelho, para dar um ar mais acolhedor, e também usei uma vela aromatizada para isso. Claro: ao receber visitas, certifique-se que o banheiro tem toalhas de mão limpas e papel higiênico novo.

Por fim, vamos à varanda, que fica como um ambiente extra. É interessante usá-la caso você esteja recebendo grupos de amigos diferentes, assim, cada grupo pode ficar no seu espacinho. O pessoal geralmente adora varandas: É fresquinho, tem vista interessante… então o problema vai ser que todos vão querer ficar por lá! rs

Para deixar o espaço ainda mais legal, usei uma vela (notem que o recipiente é fundo, de outra forma a vela ficaria apagando o tempo todo), e, também, lembram das duas cadeiras que disse que levei pra varanda, da sala de jantar?

Então, comprei na Etna uma manta (essa aí de baixo) muito bonita, e a usei para cobrir as cadeiras que ficaram na varanda.

A impressão que dá é que temos um sofazinho na varanda! Gostei do resultado. Assim, temos um outro ambiente com mais 4 lugares!

Enfim, preciso dizer que é muuuuuuito bom receber seus amigos em casa, finalmente!!! Muito prazeroso mesmo. É algo que sempre vou querer fazer! Espero que, ao planejar seus open houses ou outras festinhas na casinha, algumas dessas dicas sirvam de alguma coisa.

Ah, e claro, os presentinhos da lista de presentes podem parecer bobagem, mas, no fim, é impressionante quanta coisa útil você ganha! ;)

Bem gente, espero que tenham curtido os posts.

Até breve!

Thiago S.

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Escolhendo o Centro de Mesa: Vaso com Flores

Olá, blogosfera!

Hoje vou mostrar pra vocês como ficou a mesa de jantar com o centro de mesa eleito, mas antes irei mostrar rapidinho algumas outras opções que considerei antes de tomar minha decisão.

Pelo que tenho visto, a opção mais manjada usada é a fruteira. Não quero desmerecê-la, pois vi algumas fruteiras bem bonitas nas minhas andanças por lojas de decoração… Prefiro algo assim:

Linhas um pouco mais retas, que conferem ar mais moderno. Ainda assim, queria fugir um pouco do lugar-comum, então vamos às outras opções.

Temos também aqueles pratos com objetos decorativos. Algo nessas linhas:

Confesso que gostei da ideia em particular, pois essas bolas decorativas remetem diretamente ao pendente que fica em cima da mesa de jantar, tem o mesmo efeito craquelado no vidro.

Outra opção que, na teoria, me agradava, eram os castiçais de cristal. Dá uma olhada…

Minha tia tem esses 2 abaixo na casa dela. Acho muito bonito…

… mas não na mesa de jantar, que não é comprida. Para terem uma ideia, veja como ficou na mesa dela, que é mais ou menos do tamanho da minha.

Me parece que falta algo. Ao mesmo tempo, se complementarmos o espaço do meio com uma fruteira, por exemplo, já fica informação demais, justamente porque não é compridona!

Claro, temos os candelabros também; ao invés de 2 peças, teríamos apenas uma central. Algo assim:

Me agrada mais, mas não consegui achar nenhum que tenha me apaixonado, sabem como é…  A maioria que vi, tive a impressão de que eram ornamentados demais, ficando fora de sintonia com todo o resto do espaço.

Foi então que, numa dessas lojas, vi um maravilhoso arranjo com rosas brancas, que me chamou atenção à ponto de parar pra admirar. A verdade é que não sou fã de flores artificiais, e nem havia considerado esta como uma opção em momento algum. É difícil encontrar flores artificiais que realmente chamem a atenção por sua beleza; na maioria das vezes, só consigo pensar, “que coisa mais fake!”

Não era o caso desse arranjo. As flores e folhas pareciam incrivelmente naturais, e, em conjunto com o vaso de cristal, ficava uma peça realmente bonita de se admirar. O engraçado é que eu fiquei pensando, “ah, mas onde vou colocar isso….”. Nem me toquei que poderia colocar ali mesmo no centro da mesa (que era o que estava ali pesquisando)!!!

Quando me deu o estalo, perguntei para a vendedora o que ela achava da ideia, se achava que ficaria legal. Com o incentivo dela… resolvi que esse seria meu centro de mesa.

É engraçado como suas respostas estão onde menos se espera! Nem havia pensado em flores, em vaso para plantas… Mas agora, faz absoluto sentido que seja esta a peça escolhida, deu muita vida ao lugar, e, como vou mostrar, ainda brincou com o papel de parede.

Vamos primeiro para o detalhe do vaso….

… bem legal, né? O dia que quiser dar uma mudada, posso comprar algumas naturais e colocar ali, em ocasiões especiais…

E as flores em si…

… muito bonitas, né? Vou confessar que não foram baratinhas não, mas acho que o produto final valeu a pena.

E também, como podem ver na próxima foto, as folhas acabaram funcionando quase que como um espelho vivo do papel de parede! Tenho que dizer que isso nem foi planejado, mas que quando percebi isso no apê, fiquei muito satisfeito!

Então, decorar também é isso, ser surpreendido de vez em quando, ter uma opinião que não é inflexível, podendo aceitar que há ideias mais interessantes do que as que você pode ter pensado inicialmente por aí…

Bastar estarmos atentos!

E esse é o centro de mesa! Espero que tenham gostado!

Abraços!

Thiago S.

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Retoques na Pintura das Paredes: Erros e Acertos

Vamos começar hoje com a ajuda de nossos amigos memes, para introduzir o drama du jour.

“É errando que se aprende”. Pura verdade. Mas como “quem avisa amigo é”, a gente também sempre pode aprender um pouco com os erros dos outros, né? Vou falar hoje sobre os retoques na pintura das paredes, e algumas soluções criativas para minimizar os probleminhas que tive.

Primeiramente, ninguém me disse que retocar pintura era tão difícil. Será que as pessoas acham que esse conhecimento já vem conosco de nascença? Que é instintual? Só pode ser, porque falei para várias pessoas sobre o fato de que faria alguns retoques e ninguém me avisou dos riscos! Que mesmo usando a mesma tinta, da mesma lata, poderia dar diferença.

Pra falar a verdade, ficaram faltando só poucas coisas na pintura do apartamento. O último dia em que vi o meu ex-pintor Márcio, ele tinha ficado de voltar para fazer retoques em geral (em volta das tomadas que ainda não haviam sido instaladas; retocar pintura que viesse a ser danificada com obras etc.) Pois bem, depois que eu paguei a ele nesse dia, nunca mais vi o mesmo. Só me enrolou e enrolou. Até que parou de me atender.

Cuidado com esse pessoal que presta serviço sem nota fiscal! Nunca pague tudo antes de o serviço completo estar terminado. Se eu tivesse deixado para dar 50 reais que fossem pra ele quando voltasse para fazer os ‘retoques’, aposto que teria sido muito mais fácil.

Enfim, contratei outra pessoa para realizar o servicinho. Não achei que fosse ser tarefa complicada, pois tinha todo o material que o pintor havia usado. Ingênuo.

A primeira tarefa era pintar o espacinho que ficou sobrando em cima do papel de parede, como podem ver na evolução dessa foto:

Originalmente, esse espacinho de parede não teria nada, como se vê na foto 1. Mas acabou que sobrou um pedaço do papel de parede, que cabia magicamente ali. E o papel era lindo demais para desperdiçar! O problema era que ele não ia até o chão.

Aí tive a ideia de começar o papel de parede não do teto, mas sim um pouco abaixo, como podem ver na foto 2, e, futuramente, cobrir o pedaço restante com a tinta cinza (foto 3), de forma que parecesse que esse era o plano original desde sempre.

Até aí tudo bem, não houve grande problema (deu uma diferença na cor, mas quase imperceptível).

O problema começou mesmo quando os retoques precisaram ser feitos por cima da pintura já existente.

Olhem bem essa foto.

Na verdade, nem precisam olhar bem para perceber que toda a área em volta do interruptor, que precisava ser retocada, ficou diferente né. A princípio, eu dei uma surtada quando comecei a perceber que esse tipo de coisa havia acontecido em algumas partes da casa. Pensei, “F&%%@#, vou ter que repintar tudo!”. Mas, no mesmo momento, ainda com o rapaz trabalhando, me forcei a pensar em estratégias não tão radicais para contornar o problema.

E aí, sempre com aquela ideia de que um grande problema pode acabar te dando uma ideia interessante, que você não teria tido de outra forma, lembrei de Friends.

Sim, Friends, a série de TV.

Estou falando daquela moldura tão famosa que eles usavam na porta, em volta do olho mágico, lembram? Pois bem, a princípio a ideia parece inusitada, mas acabou se tornando tão popular que a moldura e a ideia virou febre na época da série.

Isso me lembrou que, hoje em dia, vemos nas revistas de decoração que podemos emoldurar qualquer coisa basicamente – ou até mesmo o nada (molduras vazias estão super em alta!)

Então peguei um porta-retrato, tirei o fundo dele, e coloquei, só para testar, a moldura em volta do interruptor.

Voilà! Perfeito. Não dava pra perceber mais a diferença!!! Era cinza fora, cinza dentro, mas não dava pra ver que eram cinzas diferentes rsrs….

No outro dia saí a procura do meu kit moldura:

Não queria pregar a moldura na parede, acho que nesse caso ficaria mais bonito se a moldura estivesse de fato ‘colada’ na parede. Foi assim que, pesquisando na internet, cheguei à fita dupla face para quadros Fixa Forte da 3M (foto acima)São uns quadradinhos dupla face que seguram (bem!) um quadro ou moldura na parede. Claro que se for algo muito pesado, é bom que esteja realmente fixo através do modo tradicional; mas, nesse caso, como era algo bem leve, a dupla face caiu como uma luva.

Já para a moldura em si, passei numa loja de quadros, comprei um porta-retrato com uma moldura branca bonita (achei que faria um contraste legal com o cinza da parede), e depois tirei o vidro, a parte de madeira e o gancho para pendurar na parede. O resultado?

Honestamente? Adorei!!! Se a meleca da pintura estivesse perfeita, a sala não teria ganho esse pequeno notável…! :)

Agora, vamos para o problema com a tinta BRANCA. Sim, porque até a tinta branca deu diferença! Impressionante. O rapaz foi retocar algumas falhas causadas por mudanças e etc. e olha como ficou…

Essa primeira foto fica próxima da impressão que tínhamos quando olhávamos para a parede sob incidência da luz. Dava claramente para ver o que estava diferente. E o pior, ele foi retocando tudo né, quarto, sala, e só depois que percebemos que quando batia luz dava diferença. Outro momento TENSO.

Essa parede das fotos, resolvi abstrair, pois o armário esconderá completamente. Resolvo quando pintar o apê de novo, um belo dia. Mas e na sala… no corredor…. onde dá pra ver, abaixo dos quadros, logo que se entra no apartamento?

Não podia ficar daquele jeito. Então pintou uma ideia, que imediatamente sugeri ao ‘pintor’. Primeiro vou mostrar o resultado!

Então, mataram a charada? Se repararem bem, podem notar que há uma ‘faixa’ cortando a parede  logo abaixo dos quadros. Pois bem, novamente, minha ideia foi a de que tudo deveria parecer proposital. Então pedi para ele pintar uma faixa larga, de uns 80 cm, na parede toda. A diferença é bastante sutil, e só pode ser vista de dia. Mas, se alguém de fato notar, pode achar que está assim porque essa era a intenção, como que para brincar com diferentes nuances da mesma cor, entendeu?

Escondeu as pinceladas aleatórias completamente. Fiquei feliz com a ideia que tive. Me ocorreu depois que o pintor deveria ter sugerido algo do tipo talvez. Ele não é o profissional? Enfim…

Acho que é isso. Alguns detalhes não ficaram perfeitos, mas acho que também acabamos focando em detalhes que nem a visita chata observadora seria capaz de perceber. Às vezes temos que relaxar um pouco né!

No fim das contas, acho que consegui minimizar bastante os problemas e ainda ganhei um up na decoração. E bola pra frente! =)

Abraços!

Thiago S.

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Quadros para o Corredor

Outro dia, passeando por um shopping carioca, me deparei com 3 quadros muito interessantes. Eles faziam parte da mesma série, e cada um ilustrava um ponto de referência de 3 cidades diferentes: A Estátua da Liberdade em NY, o Big Ben em Londres, e o Cristo no Rio.

O que me chamou atenção, entretanto, foi a forma como eles eram apresentados: Víamos apenas a silhueta de cada um, com uma lua impossivelmente grande projetada atrás de cada ponto. Os quadros também faziam um interessante jogo de sombras: As atrações e o fundo pertencem à camadas diferentes do quadro, de forma que a atração projetava uma sombra real no fundo da foto. Muito legal. Os quadros poderiam ser utilizados tanto individualmente quanto juntos.

Parei, achei legal, e prossegui meu caminho. Até então não tinha me atentado para a necessidade de quadros no apê, estava priorizando as coisas maiores. Quando cheguei em casa, naquele dia, lancei um olhar diferente para ele. Só conseguia ver o grande vazio no corredor, e em cima do sofá. Mais nada! Nada de papel de parede ou espelhão ou qualquer outra coisa, só o vazio nas paredes! (meio psicótico, eu sei rs)

Resolvi que voltaria no shopping outro dia para buscar os quadros. Nisso, se foram 2 fins de semana. Claro que, ao voltar no shopping, imaginei, “alguém deve ter comprado”. Sabe como são essas coisas né? Se você não está interessado em algo, pode passar um ano inteiro numa loja que aquilo vai estar lá. No momento que você decide comprar, o negócio é comprado sem previsão de retorno ao estoque.

Não foi exatamente assim com os quadros. Dos 3 que vi, ainda havia dois disponíveis; mas o preço estava mais caro. Mais caro do tipo “comprando esses dois, daria para ter comprado os 3″. Olhei, olhei, olhei. Fui informado que esses eram os últimos e não deveriam receber mais da série. Pensei, saí da loja. Meu impulso inicial era, não vou pagar mesmo! Fiquei um pouco decepcionado pois já tinha em mente os 3. Sem falar no preço! Pagar por algo que você sabe que era mais barato dói! rs

Fui em outra loja de quadros. Mas sabe como é, né, eu sabia muito bem o que queria. Resolvi deixar o orgulho de lado e ir lá buscar o que já era meu. Já tinha deixado os quadros passarem uma vez; se deixasse agora, sempre iria ficar pensando nos “quadros que ficaram para trás!”

Comprei os quadros. Meu corredor é outro… agora tem identidade!

Notem a tal sombra que eu tinha mencionado anteriormente. O fundo fica numa camada diferente do primeiro plano (com o Big Ben), que projeta uma sombra na lua. Agora mais de longe:

… e agora o de New York…

Teria me arrependido muito caso não tivesse os comprado. Gosto de tê-los no corredor não só porque achei-os bonitos, mas também porque amo viajar, e esses quadros me lembram momentos maravilhosos. Acho que qualquer coisa que decidimos ser boa o suficiente para colocarmos na parede de nossas casas deve refletir um pouco do que/como somos e do que gostamos. É como se fosse uma frase impressa na parede, e ela fala um pouco sobre você. Então é bom que você goste (e muito) da ‘frase’. Bem, pelo menos é como eu vejo hahaha :)

Para finalizar, vamos ver uma foto do corredor com os quadrinhos já no lugar!

Moral da história: Passou na loja, se apaixonou perdidamente por algum item qualquer? Compre-o, mesmo que esteja fora de seus planos imediatos. Ainda mais se for algo assim, mais difícil de achar. Pode ser que você não tenha outra oportunidade de ter aquele lindo quadro ou que quer que seja na sua casinha. É isso!

Think about it. XOXO,

Thiago S.

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Espelho, espelho meu… existe nesse reino moldura mais bela que a sua?

Enquanto o drama dos móveis planejados continua na mesma enrolação de sempre (Fuuuujam da New!), eu vou colocando aos poucos outras coisas no lugar. Mas só de pensar que ainda vai ter gente cortando madeira aqui (e consequentemente toda aquela poeirada), agora que já comecei com o processo de decoração… me dá arrepios. Mas enfim, vamos deixar pra falar novamente da New Móveis Modulados oportunamente. Até agora essa lojinha só me deu desgosto. Aguardem, pois cenas dos próximos capítulos serão emocionantes.

Deixando esse papo chato para lá,  vamos falar sobre o espelho que coloquei na sala de jantar, algo muito mais interessante. Como disse anteriormente no blog, já vinha pensando nele há muito tempo, uma vez que as possibilidades são inúmeras. Quem estiver interessado em diferentes tipos e usos de espelhos em salas, recomendo dar uma olhada também no post anterior, onde compartilhei algumas ideias.

Deixei para falar no post de hoje sobre os espelhos com molduras, já que escolhi um desses para minha sala de jantar. Há molduras de todos os tipos, estilos, cores, tamanhos, materiais. Escolher não é tarefa fácil.

Vamos então, primeiro, à alguns ambientes legais que encontrei na net que fazem uso do espelho com molduras.

Interessante essa proposta de espelho inclinado na parede; reparem também que a moldura está de acordo com a mobília do ambiente. Não precisa ser exatamente igual (até porque seria difícil encontrar), mas é bom que eles estejam em harmonia.

A não ser, claro, que você, propositalmente, utilize a moldura do espelho para quebrar a monocromia/monotonia do seu ambiente. Imaginem uma moldura dessas num ambiente todo branco, com móveis brancos… ou com uma cor neutra qualquer.

Com certeza valorizaria bastante o ambiente, certo? Então é preciso sempre ter em mente qual o seu propósito: harmonizar ou contrastar.

Temos molduras nos mais diferentes materiais, como essa de pastilhas de chifre (!) da Ambientare…

… ou essa em ferro da Efeitos Brasil…

… ou molduras de madeira como estas.

Em madeira, as opções são muitas!

Esses são apenas alguns exemplos de molduras do Rei dos Quadros, loja onde comprei meu espelho. Todas são bonitas… cabe somente à nós julgar qual cairá como uma luva naquele espaço do nosso ambiente.

Então, depois desse apanhado, sem mais rodeios, vamos ver o espelho/moldura que escolhi, para depois explicar por que escolhi esse modelo em especial!

Está aí o espelhããão! A principal razão pela qual escolhi esse espelho, nesse formato específico, foi para dar a impressão de que ali há uma “janela“, uma abertura para um outro ambiente, entenderam? Se você olha de relance, é essa a impressão que dá!

A posição dele, centralizado na parede e acima da mesa de jantar, é interessante pois acaba valorizando ainda mais o papel de parede, que é expandido (como podem ver na foto), e ganha-se um “novo” ponto de luz, com a duplicação do pendente.

Agora, o detalhe da moldura.


Pensei muito sobre a cor. Na minha mente, tinha 3 possibilidades: branco (combina com os móveis em geral), cinza (combina com as cadeiras da mesa, com 2 paredes, e com alguns detalhes do papel de parede) ou até madeira (combinando com o sofá, e talvez com o piso).

Mas, para dar aquele efeito de janela, a moldura branca funcionava melhor que as outras; sem falar que o branco era a escolha mais natural considerando a mesa que eu tenho. E assim foi, branco.

Depois de escolhida a cor, hora de escolher o tipo de moldura: Lisa, ou trabalhada (naquela foto das molduras há alguns exemplos de molduras brancas que vi). Não queria nada muito extravagante não, mas achei também que uma moldura toda lisa fosse ficar um pouco apagada ali. Então resolvi escolher essa moldura, com vários e vários quadradinhos, todos trabalhados com riscos em alto relevo, mas tudo branco. Ele é diferente; mas não é uma diferença óbvia, que foi feita só para chamar atenção.

Outro fator decisivo para a escolha dessa moldura foi o fato de que ela vai ecoar outro ítem decorativo muito importante que ainda vou colocar na minha sala! Quando pensei nisso, foi negócio fechado. Não vou falar o que é agora (adoro um suspense rs), mas em breve vou explicar direitinho ok?!

Para finalizar, uma foto de como está a sala de jantar com ele!

E aí, gostaram? Eu fiquei super satisfeito com o resultado!!!

Abraços, e até a próxima!

Thiago S.

Estou no Instagram: thisardenberg

 

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Objetos de desejo: Espelhos Decorativos para Salas

Ei pessoal! Retornamos essa semana à mais um capítulo da série “Objetos de Desejo” (que já reuniu diversas opções legais de mesas de jantar, mesa para varandaracks, lustres e  pendentes e etc. ). Depois de muita procura e pesquisa, tanto pela net quanto em lojas físicas, chegou a hora de me decidir sobre um item-chave da sala de jantar: o espelho. Nesse post, reunirei então algumas das ideias que considerei ao escolher o meu espelho da sala.

Atualmente, pode-se facilmente observar que o espelho está onipresente na decoração dos ambientes, seja em revistas, lojas ou sites de decoração. Ele pode aparecer em diversos formatos e tamanhos, com diferentes acabamentos e molduras (ou até mesmo sem elas). Isso se dá, muitas vezes, pois ele contribui como forma de contornar o fato de que os apartamentos e casas estão cada vez menores; se bem utilizado, o espelho pode dar uma sensação de espaço (e conforto) que nenhum outro item traria para o ambiente.

Como as possibilidades são inúmeras, vamos primeiro falar sobre o famoso acabamento bisotado, que pode aparecer de formas diferentes. Essencialmente, ele é assim:

Para ficar claro, um exemplo de como ficaria um espelho grande com esse acabamento:

Reparem o bisotado nas bordas do espelho. Esse tipo de bisotado, de 2cm, pode ser usado com ou até mesmo sem moldura. Particularmente, eu acho que peças maiores como essas aí de cima pedem uma moldura maior que o bisotado de 2cm. Acho que valoriza mais o espelho.

Agora olhem o efeito bisotado em peças menores, creio que fica bem mais interessante:

Podem ser feitas diferentes composições com esses quadrados. Aí vai da criatividade de cada um. Temos desde painéis que vão quase do chão ao teto….

… e outros mais simples como esse.

Para peças maiores, o recomendável é mesmo moldura ou então um bisotado mais largo como esse (créditos ao site http://arquiteturaoggi.blogspot.com.br/)

Como vocês podem ver, nesse caso, o próprio acabamento bisotado funciona perfeitamente como moldura, encarecendo valorizando bastante a peça.

Temos também composições com espelhos sem o acabamento bisotado (muito vendidas em lojas como a ETNA, Leroy Merlin e Tok & Stok). Elas são práticas, muitas vezes no estilo “cole você mesmo/a”, e são boa oportunidade para exercer a criatividade.

Na ETNA uma vez vi uma dessas composições:

Num outro site, vi a seguinte composição, feita pela arquiteta Gabriela Dardis, desta vez com espelhos em formato circular:

Na ETNA e na Tok&Stok, o preço de 4 quadradinhos/bolas/hexágonos (elas vem numa caixinha) fica em torno de R$25-30. Deem uma olhada nesse link da ETNA caso tenham interesse. Assim, uma composição como a dos quadradinhos sairia por volta de R$200; já uma maior como essa dos círculos sairia por algo em torno de R$400. Geralmente é bem mais em conta que uma placa com efeito bisotado ou com moldura.

Há outros modelos sem bisotado, como esse da ETNA em forma de ondas. Estava por R$89 cada peça (na foto a composição tem 3).

Por fim, a outra opção que tinha eram os espelhos com moldura. E haja moldura! São tantas e tantas opções, com diversos tipos de materiais, uma mais linda que a outra. Geralmente, quando temos uma moldura no espelho, ele não leva o bisotado (não só porque o bisotado já é em si uma moldura, mas também porque pode ser muita informação).

Se passarem numa loja como eu fiz, preparem-se para gastar algumas horinhas, porque você provavelmente não vai conseguir decidir-se tão cedo. Até eu, que já tinha me “decidido” do que queria, acabei demorando bastante.

Agora, vou deixar para exemplificar o espelho com moldura com o meu próprio espelho (já adiantando qual tipo de espelho escolhi no fim das contas) no meu próximo post, assim que o rapaz vier colocar ele no lugar. Estou doido para ver o resultado, especialmente pra ver se ele vai atingir o propósito que eu queria!

Até breve!!

Thiago

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Iluminação do apartamento

Depois de um post das trevas (o drama dos móveis planejados…), é hora de caminhar para a luz! Na pauta de hoje, a iluminação do apartamento.

Bem, quando estamos mudando e precisamos comprar tudo, pois da casa antiga não se levará nada (filmes e livros não contam!), é preciso priorizar. No meu caso, eu sabia claramente as coisas que fazia questão de ter logo de cara no apartamento. O piso era uma dessas coisas; as pastilhas de vidro seriam outro exemplo.

Quando o assunto era iluminação, achava importante colocar um pendente legal em cima da mesa de jantar, pois essa seria uma das primeiras coisas que alguém veria quando chegasse no apartamento (daí toda a dificuldade de eleger um, como relatei aqui).

De resto, claro que acho lindo aqueles rebaixamentos de teto, com spots embutidos e tal; mas não é absolutamente algo que eu preciso ter nesse momento. Eventualmente, quem sabe, após um ano ou dois morando no apê, quando eu quiser dar uma repaginada, esse tipo de coisa entre em pauta. Por enquanto, eu queria uma iluminação que atendesse à essa realidade imediata, ou seja, boa, bonita, e principalmente… barata. Porque vixe, como nós gastamos dinheiro num apezinho. Às vezes dá gosto não ter um apezão rs

Bem, primeiramente, vou mostrar o pendente,  que deu muito mais trabalho escolher. Depois de bater muito pé por aí, decidimos por esse pendente aqui:

Achei bem legal essa combinação de vidro craquelado com vidro jateado fosco; o resultado atrai atenção, e fica muito legal quando iluminado. Uma coisa que tive que atentar foi para a lâmpada, que, como podemos ver na foto abaixo, ficaria à mostra quando olhássemos para o pendente de baixo (lembrem-se que ele fica sobre a mesa de jantar).

Não gostava da ideia daquela lâmpada fluorescente aparente no lustre; mas aí descobri essa outra lâmpada interessante, em formato de globo, que esconde a lâmpada e dá um efeito legal.

Como o pendente é um globo também, caiu super bem, de forma que parece que a lâmpada faz parte do lustre em si.

Outra coisa que tivemos que pensar foi sobre o desviador. O ponto elétrico não estava centralizado sobre a mesa de jantar, então tínhamos duas opções: rasgar a parede e mudar o ponto de luz ou fazer uso de um desviador.

A decisão não foi difícil; não só o desviador seria mais prático, como acaba compondo o ambiente. Agora, vendo como ficou, eu acho que não teria tanta graça se ele fosse retão. Ou teria, não sei… mas eu tô satisfeito assim!

Saindo da sala de jantar, vamos para a iluminação funcional. Na cozinha, colocamos luminárias de vidro jateado, onde cabem duas lâmpadas fluorescentes cada (fica bem iluminado), e, o melhor apenas R$29 cada.

Na mesma linha, escolhemos para o corredor este plafon, no mesmo material, e com caixa de alumínio branco, que fica discreto, sem deixar de ser elegante. O preço? R$39.

Já para o banheiro, escolhemos algo um pouquinho maior, também com capacidade para duas lâmpadas (pois o ambiente precisa ser bem iluminado), mas no mesmo estilo das outras luminárias, mesmo material.

Gastei bem pouco com essas luminárias (cerca de R$130, fora o pendente) mas acho que consegui deixar tudo em sintonia com o estilo que estou tentando conferir ao apê.

Finalmente, para a sala de estar e quartos, o que foi usado foi o ventilador de teto Spirit com luminária, modelo 202. O Spirit é super potente, e, morando no Rio de Janeiro, esse aspecto funcional é mais importante que qualquer efeito meramente decorativo… mas até que achei esse modelo com pás brancas jeitosinho.

É isso! Casa sem iluminação não é casa. Agora, quando chego e olho para a sala de jantar e seu pendente, e para todo o apê iluminado, já começo a imaginar que a hora da mudança realmente se aproxima!

E mais uma do xodó pra terminar! :)

Abraços e até a próxima,

Thiago

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Objetos de desejo: Lustres e Pendentes para Sala de Jantar

Passei os últimos meses vendo muitas luminárias. É impressionante como um detalhe qualquer pode tomar tamanhas proporções e tornar-se algo de tão difícil decisão!

Vi lustres maravilhosos, mas também muito caros; outros bem mais em conta, mas aí já estava impressionado demais pela beleza dos outros para comprar qualquer um! O jeito é sempre tentar encontrar um meio termo, algo que seja atraente, mas sem ser um absurdo de caro.

Por mais lindos que sejam, vi alguns (especialmente os de cristal) que chegam a passar fácil da marca dos mil reais. Sabe, eu dou mil reais em muita coisa… mas desculpa, eu não dou mil reais num lustre! Sendo assim… não vamos tratar de coisas dessa magnitude, por exemplo, nesse post:

Vamos ficar com um pezinho (ou dois) na realidade (até porque um lustre desses só caberia num teatro né, ou talvez na casa do Eike Batista)! A seguir, compartilho alguns que de fato considerei em algum momento colocar na minha sala de jantar. Essas não são fotos que achei na internet, foram todas tiradas por mim mesmo nas próprias lojas que visitei. Esses primeiros são da Etna e da Leroy Merlin.

Não tem jeito: a moda agora é pendente! Esse, em INOX, está na categoria dos simples, mas estilosos. É discreto, mas ao mesmo tempo chama atenção pois é bem brilhoso. Cai muito bem com uma mesa com pés cromados, por exemplo.

Já esse em vidro e inox (combinação que costuma dar muito certo) tem espaço para até 4 lâmpadas, mas é mais recomendado para mesas retangulares, de pelo menos 6 cadeiras. Ninguém quer um pendente do tamanho da mesa né? rs Esse ilumina bem.

Outro que gostei foi esse. Na foto você vê a versão com 3 luminárias, mas há também com uma única luminária dessas. O vidro está disponível em cores diferentes: Nessa versão transparente, a iluminação fica mais difusa; mas há vidros brancos leitosos e pretos, que não permitem a passagem da luz, forçando o foco de luz para baixo, para a mesa. É bom para quem gosta de criar um clima diferente.

O Vidro leitoso que falava é justamente assim, como pode ser vista nesse cone acima. Ela foca bastante a luz; mas não serve para quem gosta de bastante iluminação na sala de jantar, por exemplo. É mais um efeito decorativo mesmo!

Já esses pendentes triplos (que estão sendo bastante usados!) são interessantes pois podem ser dispostos à gosto do cliente – na mesma altura, em altura decrescente, etc. Dá pra brincar um pouco com eles. Eles podem ser colocados tanto em mesas de jantar como também nas bancadas de cozinha americana, ficam ótimos. Há versões deles com um só pendente, mas não acho que fica tão legal quanto assim, triplo.

Agora esses próximos vi numa loja especializada em iluminação perto de casa. Às vezes vamos longe procurando coisas, quando bem debaixo do nosso nariz tem algo bem legal! Deem sempre uma olhada na loja de iluminação que você sempre passa em frente, mas nunca prestou atenção!

Esse pendente é muito interessante, com vidro craquelado na parte inferior e vidro fosco jateado na parte superior. Bem diferente e moderno!

Este é um plafon pendente. Geralmente eles ficavam presos ao teto, agora ganharam destaque e desceram para mais perto da mesa. Há versões com a caixa assim translúcida ou completamente em inox.

E esse último é recomendado pra quem gosta que a lâmpada fique bem oculta. Também pode ser combinado, como pendente único, duplo , ou triplo, e disposto livremente. Traz uma sensação calorosa ao ambiente, como podemos ver no pendente aceso (aquele com o vidro por fora).

São tantas opções! Como vocês podem ver, essa seleção focou bastante em pendentes atraentes mas relativamente simples, com o ar clean que estou tentando conferir ao apê. A faixa de preço estava bem definida; o mais barato sendo o cone da ETNA (R$119,90) e o mais caro o pendente em vidro e inox de 4 lâmpadas (R$420). Nada absuuuurdo. Então, se gostou de uma ideia, salve a foto, mas o que vale mesmo é olhar e olhar por aí!

O meu já está escolhido e comprado, mas ainda não está instalado. Em breve posto como ficou por aqui. Mas posso adiantar… é um dos que está nesse post! :)

Abraços,

Thiago.

P.S.: Se alguém por acaso estiver curioso para saber mais sobre o suntuoso lustre de cristal da primeira foto, bem… estejam dispostos a pagar a bagatela de $28.900 dólares. Ah, sim, e tem que dar uma passadinha em San Francisco, California, pois foi numa lojinha em Chinatown que eu tirei essa foto, já pensando no post sobre luminárias em geral do blog. Alguém se dispõe? ;)

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Sala de jantar tomando forma: Mesa e Papel de Parede!!!

E o apê vai ganhando ares de lar!!!

Hoje vou mostrar pra vocês a mesa da sala de jantar, e o papel de parede já instalado. Primeiro, vamos lembrar que já dediquei 2 posts anteriormente mostrando várias ideias para mesas de jantar e papel de parede. Se está na procura, talvez seja uma boa ideia dar uma olhadinha neles.

Mas vamos logo para o papel de parede!

Ele é da coleção Verve, de papeis de parede italianos vinílicos. Achei que ficou bem parecido com o que tinha em mente quando vi no catálogo.

Agora, qualquer semelhança entre o tom das folhas cinzas e a parede que fica ao lado… não é mera coincidência, lógico!

Casou legal, né? Gostei do resultado. Como a parede onde fica o papel é bem pequena, 1 rolo somente foi necessário, e ainda sobrou papel que devo pedir para o instalador voltar e colocar aqui:

Essa paredinha ao lado da porta fica de frente para o papel, então acho que ficaria interessante. E daria vida a aquele pedacinho que com certeza ficaria esquecido!

E partindo para a mesa de jantar…

Estou louco por ela! Se não me engano, foi o primeiro móvel que comprei para o apartamento, lá no Carioca Design (no Carioca Shopping). Isso em novembro… E só agora puderam entregar, porque não dava para fazer isso antes do piso ser colocado, né… Mas valeu a espera!

E tem a cadeira também, muito confortável! Claro que o cinza da cadeira está aí por uma razão, né ;)

E assim está minha sala de jantar por enquanto:

Agora é hora de pensar em colocar um espelho nessa parede vazia, e ainda preciso escolher um pendente legal também. Taí uma ideia para um futuro post: falar de pendentes. São tantas opções… uma mais cara linda que a outra, que fica difícil escolher!!!

Espero que tenham gostado. Abçs e até a próxima,

Thiago

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A saga do piso, parte 5: Laminado finalmente instalado!!!


Quando a imagem vale mesmo mais que MIL palavras, você usa a imagem! Nada melhor então que essa foto para ilustrar o teor do post de hoje, um especial para mim.

Finalmente hoje vieram instalar o piso laminado dos meus sonhos, o Durafloor Studio Carvalho Dover. Desde que vi há muito tempo atrás uma foto de um ambiente com o Durafloor Vintage Nogueira Antígua (foto disponível na parte 2 da saga), sabia o que queria: Um piso com vincos que lembram as tábuas de madeira maciça, os assoalhos de madeira. Um tom claro, de preferência. Quando o Antígua saiu de linha, o Dover tornou-se minha primeira opção.

Para minha surpresa, o processo de instalação foi ainda mais rápido do que pensava: UMA MANHÃ! Isso mesmo. Em 4 horas, o piso foi instalado nos quartos, corredor, e salas. Com certeza isso se deu porque o instalador teve ajuda: Foram 3 pessoas. Caso fosse uma só, a instalação provavelmente seria em 2 dias.

Num piscar de olhos a sala passou disso….

.. para isso…

É impressionante como tudo muda!! E logo após os outros ambientes foram ganhando vida. A sala de jantar…

… e os quartos…

Gosto da sensação de amplitude que os vincos conferem ao ambiente; como é um apartamento pequeno, isso é essencial.

No fim, me dou por satisfeito! Terei só que resolver um probleminha na transição da sala para a cozinha, que é feito com um filete de pedra mármore. Achei que eles fariam o arremate através do perfil de transição de ambientes, mas como a pedra era uns 2cm mais alta, o instalador disse que não dava para fazer. Agora vou ter que ver se mando lixar a pedra, para dar um acabamento que seja melhor esteticamente e para evitar tropeços… Imprevistos acontecem…

Mas estou feliz. Gostaram? Eu amei! O piso foi comprado na loja Pallas Dobbin, em Vila Isabel, no Rio de Janeiro.

Um abraço e até a próxima,

Thiago

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