A saga do ar condicionado na sala (sem quebra-quebra!)

O post de hoje é dedicado a pessoas que, assim como eu, não conseguem ficar sem uma das maiores invenções do homem: o ar condicionado. Nele, vou responder basicamente duas perguntas: a primeira, se de fato vale a pena investir num ar condicionado portátil como alternativa ao split; e a segunda, como instalar um split sem precisar quebrar parede (o que meio que já responde a primeira pergunta, né?). Também vou falar sobre minha experiência (complicada) comprando nas lojas virtuais PontoFrio.com e CompraCerta.

Vamos lá?

***

6 longos meses. Esse foi o tempo que demorou do momento em que fiz o (primeiro) pedido do ar condicionado para minha sala até a publicação desse post.

Sendo bem realista, parece que está cada vez mais complicado fazer obra no nosso país. É fazer o pedido e rezar para que ele seja entregue no prazo; é rezar também para que não dê nenhum problema, pra não precisar contar com a boa vontade da loja pra realizar a troca. Pagamos, e parece que estão nos fazendo um favor.

E eu, que tinha me programado para passar o verão com a casa climatizada, me vejo publicando esse post… no outono. Legal.

Ainda bem que existe A Saga do Apartamento, minha válvula de escape. Hora de colocar a boca no trombone.

 

Parte I – A novela do ar condicionado portátil

Antes de decidir comprar o ar condicionado split, fiz a compra, através do site Ponto Frio, de um ar condicionado portátil da Olymplia Splendid. Aqui no condomínio, não é permitido quebrar as paredes nem para colocar ar condicionado split, pois ele é em alvenaria estrutural. Logo, descartei a ideia de colocar um split, mas fui atrás da alternativa, pois o calor no RJ já ultrapassou os limites do suportável. E aqui verão é quase o ano todo, afinal.

Então, comprei o ar, e quando chegou, percebi que de ‘portátil’ aquilo não tinha nada.

ar condicionado portatil olimpia splendid

 

Por  fotos promocionais como essa, somos levados a acreditar que o dito cujo não ocupa tanto espaço. Mas não só ele é enorme (tanto em altura quanto em profundidade), como também é muito pesado, o que dificulta demais ficar levando-o de um lado pro outro. Outra coisa: A foto aí de cima nem mostra o tubo enorme que você precisa acoplar no aparelho para fazer a saída de ar quente (a gente sabe que ele existe, mas não tem noção de quanto espaço ocupa). Algo assim:

ar condicionado portatil tubo

Ou seja, no fim, você ainda tem que contar com um espaço extra para poder deslocar o tubo extensor.

E, claro, sem falar que, muitas vezes, vai precisar fazer um furo no vidro (da porta, da janela) para poder fazer a passagem e fixação do tubo. Apesar dessas dificuldades, eu persisti e fiz mesmo assim (entendam que o calor dessa cidade amplamente conhecida como Hell de Janeiro chega aos 50 graus, tá bom pra você?).

Mandei fazer um furo no cantinho da porta da varanda, que fica escondido atrás do sofá:

abertura no vidro

E coloquei o ar condicionado, que tinha 13.000 BTUS, para funcionar. Resultado?

Meu ar condicionado do quarto, de 7.500 BTUS, gelava mais que esse trombolho de 13.000. Esse parecia mais um climatizador que um ar condicionado. Vamos lembrar que o ar condicionado portátil é um produto muito caro, chegando a ser mais caro que um split. Ou seja, se é pra pagar caro, que o produto pelo menos funcione como esperado. Não é o caso.

E, acreditem ou não, na segunda vez que liguei o ar, ele parou de funcionar. Simplesmente. Em retrospectiva, acho que foi melhor assim, caso contrário ainda estaria com aquilo aqui em casa.

Aí o problema seguinte foi lidar com a Ponto Frio, que demorou mais de 2 meses(!!!!!) para recolher o produto defeituoso. Agora você imagina, ficar com algo desse tamanho ocupando precioso espaço em um apartamento e sem funcionar? Liguei para a operadora do cartão, cancelei a compra (porque imagina, ficar esperando eles recolherem um produto para fazer o estorno? E se não recolhessem?) e, muitas semanas depois, o produto foi recolhido. Isso depois de marcarem várias vezes e não aparecerem. E quando finalmente apareceram…. não avisaram. Parabéns pela completa falta de organização e profissionalismo, PontoFrio.com,  perderam um cliente pra sempre.

E depois dessa palhaçada toda, fui atrás da outra alternativa.

*

Parte 2 – Como instalar ar condicionado split na sala, sem quebra-quebra

Como disse antes, só não optei direto pelo split pois o condomínio não permitia quebrar a parede. Entretanto, conversando com um vizinho, conseguimos pensar numa forma de contornar o problema, me aproveitando daquele furo na porta de vidro que fiz.

Comprei o split no Compra Certa. Já havia comprado na loja virtual antes, mas dessa vez eles extrapolaram o prazo significativamente (que já era longo, 25 dias úteis), o que me causou um pouco mais dor de cabeça. Enfim ele chegou, e o que fiz foi o seguinte:

Ao invés de quebrar a parede e esconder a fiação nela, a fiação ficaria, inicialmente, aparente, passando para fora pela abertura existente. Assim:

IMG_7740

 

IMG_7742

E agora ficava faltando pensar na parte estética, sobre como esconder a tubulação aparente.

A primeira coisa que pensei foi fazer uma coluna em gesso. Cheguei até a cotar com alguns gesseiros quanto cobrariam pelo serviço (cerca de R$200), mas eles mesmos me alertaram para o fato de que qualquer manutenção que precisasse ser feita no ar condicionado, a coluna teria que ser quebrada e o serviço refeito.

Decidi, então, conversar com um marceneiro sobre fazer uma coluna de madeira, removível, para esconder a tubulação do ar.

Melhor ideia ever.

split na sala sem quebrar parede

Não só o resultado ficou muito parecido com o de uma coluna de gesso, como também saiu significativamente mais barato, metade do preço cotado com o gesseiro. Podem perceber, também, que já havia uma coluna de gesso horizontal no teto, e essa nova coluna em madeira se assemelha muito a ela, formando meio que uma moldura na parede. Talvez, no futuro, isso possa servir para fazer algo decorativo, pintando essa “moldura” com uma cor diferente, algo do tipo. Quem sabe.

O split, da Consul, tem 18.000 BTUS, e gela muito bem a sala de estar e de jantar, assim como a área da cozinha e o corredor. Se eu deixar a porta do banheiro aberta, ele também fica geladinho. Ou seja, a potência foi suficiente para dar conta do apartamento inteiro, fora os quartos; uma área de 30m2.

Finalmente, preciso falar sobre a condensadora, a parte externa que fica na varanda.

Ela tomou um espacinho precioso na varanda, que não é enorme, mas já que ela ficou justamente embaixo da floreira, resolvi aproveitar a oportunidade pra integrar a condensadora ao ambiente.

disfarçar condensadora split varanda

Postei essa foto no meu Instagram semana passada (@thisardenberg). Gostei muito de como ficou, “parte do jardim”. E mais uma vez a gente vai encarando essas pequenas dificuldades que aparecem, tentando torná-las favoráveis de algum jeito.

Pode parecer tão simples, mas é impressionante o quão complicado pode se tornar algo como instalar um ar condicionado na sala. Espero que com esse post eu possa facilitar de alguma forma a experiência de vocês.

Grande abraço e até a próxima,

Thiago S.

 

 

 

…porque um pouco de cor não faz mal a ninguém!

Olá, blogosfera! Tudo bem com vocês?

O post de hoje é rápido; na verdade, não iria escrever um post sobre o assunto, mas uma leitora me lembrou que as coisas menores também merecem ser compartilhadas. Muitas vezes são elas que fazem a diferença!

Há um tempo atrás, houve um acidente com a prateleira superior da bancada que divide a cozinha da sala. Ela veio abaixo com o peso (única reclamação que tenho em relação aos móveis que comprei na Italínea, até agora), e como consequência a banqueta alta ficou com algumas rachaduras, por causa do impacto com o vidro. Com o tempo, as rachaduras ficaram um pouco maiores, até que decidi finalmente trocá-las.

Cheguei a colocar no carrinho de compras as mesmas banquetas brancas que tinha antes, mas depois pensei: “por que não aproveitar a oportunidade pra mudar um pouco?”. Um pouco de mudança não faz mal à ninguém. Nem um pouco de cor….

O ambiente da minha sala/cozinha é predominante e deliberadamente composto por cores neutras, como o branco, o cinza e o bege, que dão uma sensação de espaço, acalmam, e também conferem um ar mais moderno. Daí resolvi testar puxar uma cor mais forte para quebrar um pouco o clima de paz mundial ali.

Antes era assim….

bancada cozinha americana

Agora ficou assim:

banqueta alta vermelha

Essa foi a foto que compartilhei alguns dias atrás no Instagram do blog (@asagadoapartamento), e que chamou atenção de alguns leitores. Podem ver que a cor é bem marcante e, para potencializar o efeito, tratei logo de achar um jogo americano que combinasse.

banco alto vermelho

 

Pequenos detalhes que fazem uma diferença na impressão final. E o vermelho é ecoado em alguns outros pontos de decoração da sala, como podemos perceber no adesivo das caixas organizadoras. Detalhes, detalhes.

Mês que vem, entretanto, tenho uma novidade bem maior, e acho que vai ajudar bastante gente por aí. Fiquem ligados ;)

 

Abraços,

Thiago.

Instagram @thisardenberg

 

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Reavalindo a compra… do piso laminado (Durafloor/ Pallas Dobbin)

saga do apartamento 2 anos

Como vocês podem ver aí no print, há exatos 2 anos eu publicava meu primeiro post aqui, que levava o mesmo nome do blog. Confesso: é estranho reler algo que escrevi aqui antes. Me faz lembrar do quão difícil foi chegar aqui, em casa, no fim do dia, e ver tudo do jeito que está. Ler aquele primeiro post é quase doído, foi uma época bem angustiante. E o blog me ajudou muito a lidar com isso, e me fez conhecer muita gente legal. Como já disse aqui antes, esse mundo dos blogueiros de decoração é um muito delicioso de se fazer parte, são todos como bons vizinhos.

De lá pra cá, muita coisa aconteceu, essa época parece incrivelmente distante de mim, mas é bom saber que toda a trajetória está aí pra auxiliar quem está passando pela(s) mesma(s) coisa(s).

Me deixa feliz quando me dizem que estou ajudando – bem, obrigado, vocês também me ajudaram muito. E vamos que vamos!

Hoje vou postar algo que já me pediram diversas vezes: uma reavaliação do piso laminado.

* * *

“Reavaliando a compra…” é uma série de posts onde revisito minhas escolhas para o apartamento criticamente, focando na durabilidade dos produtos, na assistência técnica e no suporte pós-vendas das lojas e fabricantes.

FATO: A primeira vez que eu enxerguei meu apartamento como “LAR” foi quando eu vi meu piso laminado, tão sonhado, finalmente instalado. Coisa que eu ilustrei, na época, com essa foto aqui no blog:

carvalho-dover3

Que lembrança boa. Eu sempre soube que queria piso de madeira; mas daí até chegar no modelo específico, e depois finalmente vê-lo prontinho… foi uma longa jornada. Isso tudo vocês podem, se tiverem interesse, ler detalhadamente nos posts onde falo sobre o assunto: parte 1, parte 2, parte 3, parte 4 e parte 5.

Mas e agora, mais de um ano e meio depois da compra, como eu me sinto em relação ao piso, no dia-a-dia?

***

AVALIAÇÃO #5 : Piso Laminado Durafloor (Linha Studio, Padrão Carvalho Dover)

EMPRESAS RESPONSÁVEIS: Pallas Dobbin (Loja), Durafloor (Fabricante)

TEMPO DE USO: 1 ano e 8 meses

Bem, antes de mais nada: ninguém compra piso para durar um, dois anos. Pois bem, avaliar *de verdade* eu só poderei depois de pelo menos uns 5 anos de uso, mas como sempre me perguntam sobre o que estou achando do laminado, aqui vai essa review, preliminar, da minha experiência com ele até o momento.

Em primeiro lugar, preciso falar sobre a praticidade do laminado, que é uma mão na roda quando falamos de manutenção! A limpeza, conforme indicação do próprio fabricante, era pra ser somente com um pano úmido… e pronto. Por alguns meses eu segui a recomendação, até que um vizinho, que também tinha laminado, me apresentou isso aqui:

destac

Eu não conhecia o Destac, então fui procurar saber do que se tratava. Chequei no site da Durafloor, e vi que eles dão essa informação: “Conforme consta no Certificado de Garantia, o limpador Destac poderá ser utilizado diariamente, porém não deve ser aplicado diretamente no piso, sempre no pano; caso apresente marcas ou manchas, suspender o uso; poderá também diluir na água, pois é um produto como detergente” (Fonte: Durafloor). Já que era recomendado pelo fabricante, resolvi testar.

Adorei o resultado! O cheiro do produto é excelente, lavanda; deixa o apê com leve cheirinho de limpo. E, claro, sendo uma espécie detergente, é ainda mais eficaz na limpeza que simples pano úmido. Tem uma série de produtos Destac, e esse aí em cima é o específico para laminados. Aqui embaixo o piso logo após o Destac ter sido aplicado.

destac aplicado piso laminado durafloor

Bem, agora em relação à resistência/durabilidade do laminado em si, também sou só elogios. Não que ele não arranhe de forma alguma, isso é mentira; mas é muito menos suscetível à arranhões, obviamente, que um piso de madeira, por exemplo. Dependendo da escala de resistência à abrasão (que no mercado brasileiro, entre os pisos laminados, varia de AC-2 para o mais frágil e o AC-5 para o mais resistente), pode ser bem duro. O meu, Durafloor Studio, é um AC-4, e tive só pequenos problemas com arranhões. Vale lembrar que cada linha da Durafloor (e outros) tem uma resistência específica, sendo essa a razão pela qual são direcionadas ao uso doméstico ou público de alto tráfego, por exemplo.

O maior dos problemas que tive foi numa ocasião bem infeliz onde a prateleira que fica acima da minha bancada da cozinha veio abaixo (ela não tinha sido bem afixada pela montadora dos móveis, olha o perigo!), e com ela vieram também taças e outras coisas de vidro. Triste, mas felizmente, pelo menos, ninguém se machucou. Enfim, o impacto foi bem grande, e nas fotos que tirei, os arranhões são imperceptíveis.

E esse foi um caso extremo. Entretanto, acho que a COR que escolhi também favorece isso, disfarça possíveis arranhões.

O piso continua muito bonito e até agora, eu não me arrependo, de forma alguma, de tê-lo colocado. Ainda mais quando o comparando com o porcelanato da cozinha, que dá bem mais trabalho… Mas aí já é assunto pra outro post.

Então é isso, querid@s! Espero que tenha sanado suas principais dúvidas.

Até a próxima, abraços,

Thiago S.

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Dividindo ambientes com luz

O post de hoje é diferente dos demais pois está sendo publicado no mesmo dia em que comecei a escrevê-lo: quis logo compartilhar com vocês o que aconteceu quando resolvi trocar a lâmpada do pendente da sala de jantar.

Quando me mudei, não pensei duas vezes antes de comprar somente as lâmpadas fluorescentes para o apartamento, por uma série de vantagens que já estamos cansados de saber (menos gasto de energia e maior vida útil, por exemplo). Só que essas lâmpadas tem uma simples desvantagem: deixam o ambiente menos acolhedor que as tradicionais lâmpadas incandescentes.

Daí que, um belo dia, ao sair da casa de um vizinho que usa as lâmpadas tradicionais e ser surpreendido com o contraste de luminosidade entre nossos apartamentos, resolvi ir atrás de outras lâmpadas, para, pelo menos, testar o efeito que causariam aqui.

Testei a luz incandescente em cada ambiente, mas, por fim, resolvi manter as fluorescentes em seus devidos lugares. Acabou que achei que a luz não estava de acordo com o estilo do apartamento. Isso é, exceto em um lugar: na sala de jantar.

Assim que eu troquei a lâmpada e a acendi, o ambiente se transformou com.ple.ta.men.te. Foi como se eu estivesse vendo aquela sala do jeito que era pra ser vista, pela primeira vez. Fiquei, literalmente, boquiaberto.

Bem, a sala antes, como já mostrei aqui algumas vezes, ficava assim…

pendente sala de jantar lampada fluorescente

… e eu realmente acho que ela tinha seu charme exatamente assim, desse jeito.

Mas vamos ver a sala agora?

sala de jantar nova

Não sei se consegui captar exatamente o “feel” do lugar (a câmera deixa a luz mais ‘branca’ do que é, também). Mas ficou completamente diferente, muito mais intimista que antes. Claro que esse efeito foi causado, em grande parte, pela luminária. O pendente craquelado agora projeta sombras por toda a sala de jantar, criando um clima único. Antes, com a luz fluorescente, o mesmo não acontecia, era uma luz bem difusa.

Como disse, essa foi a única lâmpada que troquei, e resolvi deixar as outras fluorescentes. Imaginei que pudesse ficar estranho, mas até gostei do resultado, pois a luz da sala de jantar demarca exatamente o que é a sala de jantar e o que não é. O ambiente ganhou uma interessante divisão natural, vejam:

divisao sala de jantar sala de estar

É interessante lembrar que há diferentes formas de delimitar ambientes, sem separá-los com barreiras físicas (divisórias, paredes, biombos etc.). Pisos diferentes, tapetes, tetos e até a iluminação podem setorizar cada ambiente, mostrando o que é o que, dividindo por função. E claro, isso é bom pois evita que os espaços pareçam menores do que são, coisa que acontece com as barreiras físicas.

Por fim, também é preciso mencionar o fato de que há lâmpadas fluorescentes que produzem uma luz branca “quente, remetendo às lâmpadas incandescentes tradicionais. Não é difícil encontrá-las em lojas de decoração. Cheguei a testar a luz amarela fluorescente no pendente da sala de jantar, e, realmente, o ambiente ficou mais aquecido, só que sem o efeito de sombras que tanto gostei com a luz incandescente. Mas para a varanda, por exemplo, resolvi trocar para a fluorescente amarela, pois dá um acolhimento maior e é mais econômica.

Mas enfim, o que vale é conhecer as opções, testar, e analisar o que mais tem a ver com o que você quer para o ambiente. Recomendo mudar: você pode se surpreender com o que vai acontecer!

Abraços,

Thiago S.

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Belas praticidades para o dia-a-dia: sapateira, capacho, toalha de mesa etc.

Dando uma folga na série de avaliações sobre as compras que já fiz para o apartamento, hoje o assunto é bem mais light (até no bolso: tudo que vou mostrar nesse post custou entre R$20 e R$50!). Quero compartilhar algumas coisinhas pequenas que ajudam *e muito* na organização diária, mas que às vezes nós vamos deixando de lado. Eu mesmo só agora fui atrás delas.

Tipo quando você chega em casa, tira logo os sapatos e os mesmos ficam ali, perto da porta. E quando você vê, tem 6 pares de sapato amontoados no mesmo lugar. Um horror. Sim, eu sei, todos nós somos culpados desse crime…

Como tenho muitos sapatos e tênis (falta espaço pra guardar no armário), não tenho espaço para aquelas sapateiras grandes (algumas até muito bonitas, com grandes portas espelhadas, etc.) e obviamente não posso deixar do lado de fora de “casa” como muita gente faz, acabava que às vezes aparecia sapato em lugares bastante inusitados. Tipo debaixo do armário da cozinha? Deixa quieto… Mas enfim, um belo dia, enquanto andava sem compromisso pela ETNA, vi uma sapateira de madeira muito simpática, bem diferente daquelas outras que descrevi acima.

sapateira pequena madeira

Claro que era exatamente o que eu precisava! Ela não pesa no ambiente (vazada, apenas 30cm de altura, e até combina com o piso rs), e é perfeita para ficar ao lado da porta, pois assim que chegamos já colocamos o sapato ali. Mesmo quando tem vários sapatos nela, não fica aquele ar de “bagunça”, sabe? Foi um achado. E o melhor: R$19,90 na Liquidação da Etna!

Tem uma outra versão com 3 andares, mas aí acho que já pesa mais, especialmente se é algo para ficar à vista.

Nesse mesmo dia pela ETNA, aproveitei também para levar um capacho decente para o apê. O antigo já estava meio sujinho e não me dizia muita coisa. E como o capacho é a primeira coisa que suas visitas vão olhar (enquanto você não abre a porta), vale a pena investir um pouquinho.

capacho folhas porta

Esse aí custou apenas R$29, e tem outros modelos na mesma faixa de preço na loja, como esses aqui:

modelos capachos porta

Com certeza valorizam a entrada.

Uma outra coisa boba que comprei, mas que tem feito uma diferença grande no “senso de organização” do apartamento é… o porta controle remoto! Se eles não ficam no lugar, vocês sabem, eles tendem a sumir o tempo inteiro, sem falar que sempre espalhados pelo sofá, não dá um visual lá tão elegante. Aí quando eu vi esse simples porta controle estilo Hollywood-vintage (por apenas R$19!), não pensei duas vezes.

porta controle remoto vintage hollywood

E finalmente, outra coisa que, descobri na prática, que não dá pra ficar sem é uma boa toalha de mesa. Eu amo minha mesa de jantar, acho ela linda, e achava um desperdício a cobrir quando tinha que receber convidados aqui. Então passei um bom tempo sem toalha de mesa, mas a verdade é que a superfície de vidro está sujeita a pequenos arranhões com o simples deslocar de um descanso de panela ou uma jarra de vidro. Isso não é algo que queremos, certo? E então lá fui eu procurar uma toalha de mesa que fugisse do tradicional xadrez (fora café da manhã, não dá né?), e que eu me sentisse confortável pra dia de festa.

E foi aí que encontrei, na ZELO, uma toalha de mesa do Alexandre Herchcovitch perfeita!

toalha mesa floral alexandre herchcovitch

Olha, se eu tivesse que desenhar uma toalha pensando no que funcionaria para o meu apartamento, não teria desenhado nada diferente, seja quanto à cor ou padronagem. Essa é um floral, mas tem outras da coleção que também são muito elegante.

Resultado final:

toalha alexandre herchcovitch jantar íntimo

Dia de jantar para amigos próximos, com a mesa devidamente coberta, protegida, mas a sala igualmente bonita. :)

Agora sim!

Bem, querid@s, acredito que é isso por enquanto. Espero que alguma coisa possa lhes ser útil. Vou curtir agora meu mereciiiido recesso de julho! Nos vemos em breve, escrevam-me se tiverem alguma dúvida, e podem também me seguir no Instagram (@thisardenberg).

Grande abraço,

Thiago S.

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Organizando o Open House, parte 2: Como recepcionar os convidados e Decoração

Oi pessoal!

Hoje eu darei continuidade ao meu post anterior sobre a festa de OPEN HOUSE. Enquanto na primeira parte eu falei da lista de convidados, dos convites e de sugestões para o cardápio, agora eu vou ser um pouco mais específico e focar em como recebi os meus convidados,  na decoração, organização e disposição dos móveis.

Bem, primeira coisa que precisamos manter em mente: Sua casa é a estrela principal. Assim, não vá “fantasiá-la” demais!!! Vale, sim, realçar a beleza de alguns ambientes, fazendo uso de velas, flores e bolas, claro, mas sem exageros. Ninguém vai querer ‘esconder’ a própria casa no Open House!

Eu queria que meus convidados, logo ao chegar, entrassem no clima da comemoração, então vejam a porta de entrada do apê:

Fui numa loja de festas e comprei essas letrinhas de borracha. Assim ninguém se perde no corredor, e já dá aquele ar festivo! Só vou dizer que no final, teve gente até tirando foto junto com as letrinhas (depois de umas caipirinhas, já viu né rsrs).

A sala de jantar foi reformulada: Ao invés da mesa de jantar se encontrar no centro, ela foi levada para o canto, junto ao papel de parede, abrindo precioso espaço para circulação quando se entra no apartamento.

Duas das cadeiras da mesa de jantar foram dispostas junto à ela, mas voltadas para a sala de estar, de forma que todos pudessem interagir. As outras duas cadeiras foram levadas para a varanda. Vamos falar sobre elas mais à diante.

Vocês podem notar também que, embaixo da mesa de jantar, foram colocadas algumas bolas de festa. Elas estilizam o ambiente, mas não chamam muita atenção. As bolas, de cor metálica, foram escolhidas para dar o clima festivo sem destoar do principal, que é a decoração do apartamento em si.

Lembram que disse, no post anterior, que a maioria das comidas servidas devem ser finger food (ou seja, os próprios convidados se servem, e podem pegar um guardanapo para o fazer, sem necessidade de pratos)? Pois bem, fazendo dessa forma, a mesa de jantar assume a função de mesa buffet:

Todas as comidinhas ficam lá dispostas (só estão faltando aí a sopa, que servi no fim, e a sobremesa) e assim você tem mais tempo de interagir com todos os seus convidados.

Agora, uma visão geral do apartamento, pegando a sala de estar e de jantar:

Notem que os móveis foram dispostos de forma que todos possam interagir. Temos dois lugares na área de jantar, as duas banquetas que fazem a separação da área da cozinha e os 4 lugares do sofá, totalizando 8 lugares nessa área.

E, claro, dispondo os móveis dessa forma, podem perceber que o centro da sala está totalmente livre para o trânsito das pessoas, dando uma clara sensação de espaço, que não seria o caso se a mesa estivesse disposta como fica no dia-a-dia.

Quanto ao banheiro, que não está pronto, o que fiz foi colocar esse quadro na parede, onde ficará o espelho, para dar um ar mais acolhedor, e também usei uma vela aromatizada para isso. Claro: ao receber visitas, certifique-se que o banheiro tem toalhas de mão limpas e papel higiênico novo.

Por fim, vamos à varanda, que fica como um ambiente extra. É interessante usá-la caso você esteja recebendo grupos de amigos diferentes, assim, cada grupo pode ficar no seu espacinho. O pessoal geralmente adora varandas: É fresquinho, tem vista interessante… então o problema vai ser que todos vão querer ficar por lá! rs

Para deixar o espaço ainda mais legal, usei uma vela (notem que o recipiente é fundo, de outra forma a vela ficaria apagando o tempo todo), e, também, lembram das duas cadeiras que disse que levei pra varanda, da sala de jantar?

Então, comprei na Etna uma manta (essa aí de baixo) muito bonita, e a usei para cobrir as cadeiras que ficaram na varanda.

A impressão que dá é que temos um sofazinho na varanda! Gostei do resultado. Assim, temos um outro ambiente com mais 4 lugares!

Enfim, preciso dizer que é muuuuuuito bom receber seus amigos em casa, finalmente!!! Muito prazeroso mesmo. É algo que sempre vou querer fazer! Espero que, ao planejar seus open houses ou outras festinhas na casinha, algumas dessas dicas sirvam de alguma coisa.

Ah, e claro, os presentinhos da lista de presentes podem parecer bobagem, mas, no fim, é impressionante quanta coisa útil você ganha! ;)

Bem gente, espero que tenham curtido os posts.

Até breve!

Thiago S.

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Escolhendo o Centro de Mesa: Vaso com Flores

Olá, blogosfera!

Hoje vou mostrar pra vocês como ficou a mesa de jantar com o centro de mesa eleito, mas antes irei mostrar rapidinho algumas outras opções que considerei antes de tomar minha decisão.

Pelo que tenho visto, a opção mais manjada usada é a fruteira. Não quero desmerecê-la, pois vi algumas fruteiras bem bonitas nas minhas andanças por lojas de decoração… Prefiro algo assim:

Linhas um pouco mais retas, que conferem ar mais moderno. Ainda assim, queria fugir um pouco do lugar-comum, então vamos às outras opções.

Temos também aqueles pratos com objetos decorativos. Algo nessas linhas:

Confesso que gostei da ideia em particular, pois essas bolas decorativas remetem diretamente ao pendente que fica em cima da mesa de jantar, tem o mesmo efeito craquelado no vidro.

Outra opção que, na teoria, me agradava, eram os castiçais de cristal. Dá uma olhada…

Minha tia tem esses 2 abaixo na casa dela. Acho muito bonito…

… mas não na mesa de jantar, que não é comprida. Para terem uma ideia, veja como ficou na mesa dela, que é mais ou menos do tamanho da minha.

Me parece que falta algo. Ao mesmo tempo, se complementarmos o espaço do meio com uma fruteira, por exemplo, já fica informação demais, justamente porque não é compridona!

Claro, temos os candelabros também; ao invés de 2 peças, teríamos apenas uma central. Algo assim:

Me agrada mais, mas não consegui achar nenhum que tenha me apaixonado, sabem como é…  A maioria que vi, tive a impressão de que eram ornamentados demais, ficando fora de sintonia com todo o resto do espaço.

Foi então que, numa dessas lojas, vi um maravilhoso arranjo com rosas brancas, que me chamou atenção à ponto de parar pra admirar. A verdade é que não sou fã de flores artificiais, e nem havia considerado esta como uma opção em momento algum. É difícil encontrar flores artificiais que realmente chamem a atenção por sua beleza; na maioria das vezes, só consigo pensar, “que coisa mais fake!”

Não era o caso desse arranjo. As flores e folhas pareciam incrivelmente naturais, e, em conjunto com o vaso de cristal, ficava uma peça realmente bonita de se admirar. O engraçado é que eu fiquei pensando, “ah, mas onde vou colocar isso….”. Nem me toquei que poderia colocar ali mesmo no centro da mesa (que era o que estava ali pesquisando)!!!

Quando me deu o estalo, perguntei para a vendedora o que ela achava da ideia, se achava que ficaria legal. Com o incentivo dela… resolvi que esse seria meu centro de mesa.

É engraçado como suas respostas estão onde menos se espera! Nem havia pensado em flores, em vaso para plantas… Mas agora, faz absoluto sentido que seja esta a peça escolhida, deu muita vida ao lugar, e, como vou mostrar, ainda brincou com o papel de parede.

Vamos primeiro para o detalhe do vaso….

… bem legal, né? O dia que quiser dar uma mudada, posso comprar algumas naturais e colocar ali, em ocasiões especiais…

E as flores em si…

… muito bonitas, né? Vou confessar que não foram baratinhas não, mas acho que o produto final valeu a pena.

E também, como podem ver na próxima foto, as folhas acabaram funcionando quase que como um espelho vivo do papel de parede! Tenho que dizer que isso nem foi planejado, mas que quando percebi isso no apê, fiquei muito satisfeito!

Então, decorar também é isso, ser surpreendido de vez em quando, ter uma opinião que não é inflexível, podendo aceitar que há ideias mais interessantes do que as que você pode ter pensado inicialmente por aí…

Bastar estarmos atentos!

E esse é o centro de mesa! Espero que tenham gostado!

Abraços!

Thiago S.

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Retoques na Pintura das Paredes: Erros e Acertos

Vamos começar hoje com a ajuda de nossos amigos memes, para introduzir o drama du jour.

“É errando que se aprende”. Pura verdade. Mas como “quem avisa amigo é”, a gente também sempre pode aprender um pouco com os erros dos outros, né? Vou falar hoje sobre os retoques na pintura das paredes, e algumas soluções criativas para minimizar os probleminhas que tive.

Primeiramente, ninguém me disse que retocar pintura era tão difícil. Será que as pessoas acham que esse conhecimento já vem conosco de nascença? Que é instintual? Só pode ser, porque falei para várias pessoas sobre o fato de que faria alguns retoques e ninguém me avisou dos riscos! Que mesmo usando a mesma tinta, da mesma lata, poderia dar diferença.

Pra falar a verdade, ficaram faltando só poucas coisas na pintura do apartamento. O último dia em que vi o meu ex-pintor Márcio, ele tinha ficado de voltar para fazer retoques em geral (em volta das tomadas que ainda não haviam sido instaladas; retocar pintura que viesse a ser danificada com obras etc.) Pois bem, depois que eu paguei a ele nesse dia, nunca mais vi o mesmo. Só me enrolou e enrolou. Até que parou de me atender.

Cuidado com esse pessoal que presta serviço sem nota fiscal! Nunca pague tudo antes de o serviço completo estar terminado. Se eu tivesse deixado para dar 50 reais que fossem pra ele quando voltasse para fazer os ‘retoques’, aposto que teria sido muito mais fácil.

Enfim, contratei outra pessoa para realizar o servicinho. Não achei que fosse ser tarefa complicada, pois tinha todo o material que o pintor havia usado. Ingênuo.

A primeira tarefa era pintar o espacinho que ficou sobrando em cima do papel de parede, como podem ver na evolução dessa foto:

Originalmente, esse espacinho de parede não teria nada, como se vê na foto 1. Mas acabou que sobrou um pedaço do papel de parede, que cabia magicamente ali. E o papel era lindo demais para desperdiçar! O problema era que ele não ia até o chão.

Aí tive a ideia de começar o papel de parede não do teto, mas sim um pouco abaixo, como podem ver na foto 2, e, futuramente, cobrir o pedaço restante com a tinta cinza (foto 3), de forma que parecesse que esse era o plano original desde sempre.

Até aí tudo bem, não houve grande problema (deu uma diferença na cor, mas quase imperceptível).

O problema começou mesmo quando os retoques precisaram ser feitos por cima da pintura já existente.

Olhem bem essa foto.

Na verdade, nem precisam olhar bem para perceber que toda a área em volta do interruptor, que precisava ser retocada, ficou diferente né. A princípio, eu dei uma surtada quando comecei a perceber que esse tipo de coisa havia acontecido em algumas partes da casa. Pensei, “F&%%@#, vou ter que repintar tudo!”. Mas, no mesmo momento, ainda com o rapaz trabalhando, me forcei a pensar em estratégias não tão radicais para contornar o problema.

E aí, sempre com aquela ideia de que um grande problema pode acabar te dando uma ideia interessante, que você não teria tido de outra forma, lembrei de Friends.

Sim, Friends, a série de TV.

Estou falando daquela moldura tão famosa que eles usavam na porta, em volta do olho mágico, lembram? Pois bem, a princípio a ideia parece inusitada, mas acabou se tornando tão popular que a moldura e a ideia virou febre na época da série.

Isso me lembrou que, hoje em dia, vemos nas revistas de decoração que podemos emoldurar qualquer coisa basicamente – ou até mesmo o nada (molduras vazias estão super em alta!)

Então peguei um porta-retrato, tirei o fundo dele, e coloquei, só para testar, a moldura em volta do interruptor.

Voilà! Perfeito. Não dava pra perceber mais a diferença!!! Era cinza fora, cinza dentro, mas não dava pra ver que eram cinzas diferentes rsrs….

No outro dia saí a procura do meu kit moldura:

Não queria pregar a moldura na parede, acho que nesse caso ficaria mais bonito se a moldura estivesse de fato ‘colada’ na parede. Foi assim que, pesquisando na internet, cheguei à fita dupla face para quadros Fixa Forte da 3M (foto acima)São uns quadradinhos dupla face que seguram (bem!) um quadro ou moldura na parede. Claro que se for algo muito pesado, é bom que esteja realmente fixo através do modo tradicional; mas, nesse caso, como era algo bem leve, a dupla face caiu como uma luva.

Já para a moldura em si, passei numa loja de quadros, comprei um porta-retrato com uma moldura branca bonita (achei que faria um contraste legal com o cinza da parede), e depois tirei o vidro, a parte de madeira e o gancho para pendurar na parede. O resultado?

Honestamente? Adorei!!! Se a meleca da pintura estivesse perfeita, a sala não teria ganho esse pequeno notável…! :)

Agora, vamos para o problema com a tinta BRANCA. Sim, porque até a tinta branca deu diferença! Impressionante. O rapaz foi retocar algumas falhas causadas por mudanças e etc. e olha como ficou…

Essa primeira foto fica próxima da impressão que tínhamos quando olhávamos para a parede sob incidência da luz. Dava claramente para ver o que estava diferente. E o pior, ele foi retocando tudo né, quarto, sala, e só depois que percebemos que quando batia luz dava diferença. Outro momento TENSO.

Essa parede das fotos, resolvi abstrair, pois o armário esconderá completamente. Resolvo quando pintar o apê de novo, um belo dia. Mas e na sala… no corredor…. onde dá pra ver, abaixo dos quadros, logo que se entra no apartamento?

Não podia ficar daquele jeito. Então pintou uma ideia, que imediatamente sugeri ao ‘pintor’. Primeiro vou mostrar o resultado!

Então, mataram a charada? Se repararem bem, podem notar que há uma ‘faixa’ cortando a parede  logo abaixo dos quadros. Pois bem, novamente, minha ideia foi a de que tudo deveria parecer proposital. Então pedi para ele pintar uma faixa larga, de uns 80 cm, na parede toda. A diferença é bastante sutil, e só pode ser vista de dia. Mas, se alguém de fato notar, pode achar que está assim porque essa era a intenção, como que para brincar com diferentes nuances da mesma cor, entendeu?

Escondeu as pinceladas aleatórias completamente. Fiquei feliz com a ideia que tive. Me ocorreu depois que o pintor deveria ter sugerido algo do tipo talvez. Ele não é o profissional? Enfim…

Acho que é isso. Alguns detalhes não ficaram perfeitos, mas acho que também acabamos focando em detalhes que nem a visita chata observadora seria capaz de perceber. Às vezes temos que relaxar um pouco né!

No fim das contas, acho que consegui minimizar bastante os problemas e ainda ganhei um up na decoração. E bola pra frente! =)

Abraços!

Thiago S.

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Quadros para o Corredor

Outro dia, passeando por um shopping carioca, me deparei com 3 quadros muito interessantes. Eles faziam parte da mesma série, e cada um ilustrava um ponto de referência de 3 cidades diferentes: A Estátua da Liberdade em NY, o Big Ben em Londres, e o Cristo no Rio.

O que me chamou atenção, entretanto, foi a forma como eles eram apresentados: Víamos apenas a silhueta de cada um, com uma lua impossivelmente grande projetada atrás de cada ponto. Os quadros também faziam um interessante jogo de sombras: As atrações e o fundo pertencem à camadas diferentes do quadro, de forma que a atração projetava uma sombra real no fundo da foto. Muito legal. Os quadros poderiam ser utilizados tanto individualmente quanto juntos.

Parei, achei legal, e prossegui meu caminho. Até então não tinha me atentado para a necessidade de quadros no apê, estava priorizando as coisas maiores. Quando cheguei em casa, naquele dia, lancei um olhar diferente para ele. Só conseguia ver o grande vazio no corredor, e em cima do sofá. Mais nada! Nada de papel de parede ou espelhão ou qualquer outra coisa, só o vazio nas paredes! (meio psicótico, eu sei rs)

Resolvi que voltaria no shopping outro dia para buscar os quadros. Nisso, se foram 2 fins de semana. Claro que, ao voltar no shopping, imaginei, “alguém deve ter comprado”. Sabe como são essas coisas né? Se você não está interessado em algo, pode passar um ano inteiro numa loja que aquilo vai estar lá. No momento que você decide comprar, o negócio é comprado sem previsão de retorno ao estoque.

Não foi exatamente assim com os quadros. Dos 3 que vi, ainda havia dois disponíveis; mas o preço estava mais caro. Mais caro do tipo “comprando esses dois, daria para ter comprado os 3″. Olhei, olhei, olhei. Fui informado que esses eram os últimos e não deveriam receber mais da série. Pensei, saí da loja. Meu impulso inicial era, não vou pagar mesmo! Fiquei um pouco decepcionado pois já tinha em mente os 3. Sem falar no preço! Pagar por algo que você sabe que era mais barato dói! rs

Fui em outra loja de quadros. Mas sabe como é, né, eu sabia muito bem o que queria. Resolvi deixar o orgulho de lado e ir lá buscar o que já era meu. Já tinha deixado os quadros passarem uma vez; se deixasse agora, sempre iria ficar pensando nos “quadros que ficaram para trás!”

Comprei os quadros. Meu corredor é outro… agora tem identidade!

Notem a tal sombra que eu tinha mencionado anteriormente. O fundo fica numa camada diferente do primeiro plano (com o Big Ben), que projeta uma sombra na lua. Agora mais de longe:

… e agora o de New York…

Teria me arrependido muito caso não tivesse os comprado. Gosto de tê-los no corredor não só porque achei-os bonitos, mas também porque amo viajar, e esses quadros me lembram momentos maravilhosos. Acho que qualquer coisa que decidimos ser boa o suficiente para colocarmos na parede de nossas casas deve refletir um pouco do que/como somos e do que gostamos. É como se fosse uma frase impressa na parede, e ela fala um pouco sobre você. Então é bom que você goste (e muito) da ‘frase’. Bem, pelo menos é como eu vejo hahaha :)

Para finalizar, vamos ver uma foto do corredor com os quadrinhos já no lugar!

Moral da história: Passou na loja, se apaixonou perdidamente por algum item qualquer? Compre-o, mesmo que esteja fora de seus planos imediatos. Ainda mais se for algo assim, mais difícil de achar. Pode ser que você não tenha outra oportunidade de ter aquele lindo quadro ou que quer que seja na sua casinha. É isso!

Think about it. XOXO,

Thiago S.

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Espelho, espelho meu… existe nesse reino moldura mais bela que a sua?

Enquanto o drama dos móveis planejados continua na mesma enrolação de sempre (Fuuuujam da New!), eu vou colocando aos poucos outras coisas no lugar. Mas só de pensar que ainda vai ter gente cortando madeira aqui (e consequentemente toda aquela poeirada), agora que já comecei com o processo de decoração… me dá arrepios. Mas enfim, vamos deixar pra falar novamente da New Móveis Modulados oportunamente. Até agora essa lojinha só me deu desgosto. Aguardem, pois cenas dos próximos capítulos serão emocionantes.

Deixando esse papo chato para lá,  vamos falar sobre o espelho que coloquei na sala de jantar, algo muito mais interessante. Como disse anteriormente no blog, já vinha pensando nele há muito tempo, uma vez que as possibilidades são inúmeras. Quem estiver interessado em diferentes tipos e usos de espelhos em salas, recomendo dar uma olhada também no post anterior, onde compartilhei algumas ideias.

Deixei para falar no post de hoje sobre os espelhos com molduras, já que escolhi um desses para minha sala de jantar. Há molduras de todos os tipos, estilos, cores, tamanhos, materiais. Escolher não é tarefa fácil.

Vamos então, primeiro, à alguns ambientes legais que encontrei na net que fazem uso do espelho com molduras.

Interessante essa proposta de espelho inclinado na parede; reparem também que a moldura está de acordo com a mobília do ambiente. Não precisa ser exatamente igual (até porque seria difícil encontrar), mas é bom que eles estejam em harmonia.

A não ser, claro, que você, propositalmente, utilize a moldura do espelho para quebrar a monocromia/monotonia do seu ambiente. Imaginem uma moldura dessas num ambiente todo branco, com móveis brancos… ou com uma cor neutra qualquer.

Com certeza valorizaria bastante o ambiente, certo? Então é preciso sempre ter em mente qual o seu propósito: harmonizar ou contrastar.

Temos molduras nos mais diferentes materiais, como essa de pastilhas de chifre (!) da Ambientare…

… ou essa em ferro da Efeitos Brasil…

… ou molduras de madeira como estas.

Em madeira, as opções são muitas!

Esses são apenas alguns exemplos de molduras do Rei dos Quadros, loja onde comprei meu espelho. Todas são bonitas… cabe somente à nós julgar qual cairá como uma luva naquele espaço do nosso ambiente.

Então, depois desse apanhado, sem mais rodeios, vamos ver o espelho/moldura que escolhi, para depois explicar por que escolhi esse modelo em especial!

Está aí o espelhããão! A principal razão pela qual escolhi esse espelho, nesse formato específico, foi para dar a impressão de que ali há uma “janela“, uma abertura para um outro ambiente, entenderam? Se você olha de relance, é essa a impressão que dá!

A posição dele, centralizado na parede e acima da mesa de jantar, é interessante pois acaba valorizando ainda mais o papel de parede, que é expandido (como podem ver na foto), e ganha-se um “novo” ponto de luz, com a duplicação do pendente.

Agora, o detalhe da moldura.


Pensei muito sobre a cor. Na minha mente, tinha 3 possibilidades: branco (combina com os móveis em geral), cinza (combina com as cadeiras da mesa, com 2 paredes, e com alguns detalhes do papel de parede) ou até madeira (combinando com o sofá, e talvez com o piso).

Mas, para dar aquele efeito de janela, a moldura branca funcionava melhor que as outras; sem falar que o branco era a escolha mais natural considerando a mesa que eu tenho. E assim foi, branco.

Depois de escolhida a cor, hora de escolher o tipo de moldura: Lisa, ou trabalhada (naquela foto das molduras há alguns exemplos de molduras brancas que vi). Não queria nada muito extravagante não, mas achei também que uma moldura toda lisa fosse ficar um pouco apagada ali. Então resolvi escolher essa moldura, com vários e vários quadradinhos, todos trabalhados com riscos em alto relevo, mas tudo branco. Ele é diferente; mas não é uma diferença óbvia, que foi feita só para chamar atenção.

Outro fator decisivo para a escolha dessa moldura foi o fato de que ela vai ecoar outro ítem decorativo muito importante que ainda vou colocar na minha sala! Quando pensei nisso, foi negócio fechado. Não vou falar o que é agora (adoro um suspense rs), mas em breve vou explicar direitinho ok?!

Para finalizar, uma foto de como está a sala de jantar com ele!

E aí, gostaram? Eu fiquei super satisfeito com o resultado!!!

Abraços, e até a próxima!

Thiago S.

Estou no Instagram: thisardenberg

 

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